Dalì, de lá, dacolá

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Museu Dalì, à Figueres, Espagne – Catalunia.

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Pinga em Barcelona

Para quem não conhece a Pinga, bom, ela mora comigo desde 16 de junho de 2010, e nesse último mês, ela mora na minha mochila, praticamente. Portanto ela conhecerá vários lugares comigo. O primeiro foi Barcelona, dia 8 ( tirando Paris, que descuidadamente a deixei em casa =x ). Isso é o que basta para conhecer a Pinga, que em espanhol quer dizer algum palavrão, em português faz referência à cachaça, mas na realidade seu nome significa, simplesmente o feminino de Pingüim. A Pinga ganhou uma fã espanhola, a Marta, que já foi embora de Perpignan e a qual consegui me comunicar pouco mais do que os sorrisos e cumprimentos. =/
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Pois bem, saímos de manhã cedo de Perpignan e mais ou menos em 2h já estávamos em Barcelona, porém ficamos rodando a cidade inteira dentro do ônibus. Foi a primeira vez que a Pinga ficou presa em um engarrafamento, ou embouteillage, pra ser mais phya. Ela não gostou nem um pouco. Queríamos descer do ônibus e começar a andar por aquelas ruas lindas, cheias de árvores e com construções lindíssimas, muitas delas construídas por Gaudí.
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Depois de muito tempo no ônibus, a guia, que era uma professora de francês meio chata que exigia a atenção de todos, fez uma visita guiada (óbvio) à pied.
Não lembramos dos nomes dos lugares por onde passamos, mas teve a Sagrada Família, uma igreja inacabada que começou a ser construida por Gaudí, continuou a ser construida por um japones, e até hoje está inacabada, com previsão para ficar pronta em 2040. Alguns personagens, como Maria Madalena ainda astão sem rosto, até. Fiquei impressionada com a igreja. Enorme, imponete, e cada lado dela tem um estilo diferente. Parece uma “construção quimera”.
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Teve também a Catedral de Barcelona, bequinhos cheios de lojinhas que a Pinga não entrou porque eu não deixei (mentira, é porque a guia não parava e eu tinha medo que nos perdessemos). No final, acabei descobrindo as lojinhas sozinha, só porque a guia nos largou numa rua em que era só seguir reto que se chegava ao ponto de encontro pra ir embora. Estranho porque espanhóis não falam francês, a Pinga não fala inglês e muito menos eu. O jeito foi apelar pro portunhol ou torcer pra encontrar pessoas que entendessem o que a gente dizia. De cara deu certo. Parecia que tinha escrito na nossa testa “Brasileiras detected”. Algumas pessoas entendiam o que a gente dizia em pt, com outras a comunicação era quase no estilo aborígene… Fora os espanhóis com cara de indianos que davam em cima da gente, tsc. Achei muitas coizinhas legais lá. Muitas daquelas pulseirinhas que a avó da Pinga chama carinhosamente de “imbira”, colares lindinhos, brincos…tudo coisas de mulherzinhas pra Pinga e pra mim, ahaha. Dia 3 terá outra excursão da facul pra lá, se for no mesmo estilo, a Pinga já me sugeriu da gente fugir e ir conhecer o aquário de Barcelona =D
Uma amiga me perguntou qual eu achei mais bonita, Paris ou Barcelona. Ambas eu só visitei por um dia, mas do pouco que vi, Barcelona me encantou muito mais.